30 setembro 2006

José Serra - o mentiroso !

Veja José Serra assumindo o compromisso de não deixar a Prefeitura de São Paulo para concorrer a qualquer outro cargo.

Clique no link
http://www.youtube.com/watch?v=KNz6YZqIVgg

A JUSTIFICATIVA DE LULA PARA NÃO IR AO DEBATE

Chega a ser repugnante ouvir as colocação do "presidente" sobre o por quê de não ir aos debates.
Clique no link
http://www.youtube.com/watch?v=zGyGlPiuo2g

ACIDENTE NO VÔO 1907 DA GOL

O momento agora é de pesar. Mas é importantíssimo acompanhar o desdobramento da apuração da queda do avião.

Em quanto tempo sairá o Laudo, como vai se comportar a GOL na assistência aos familiares e a questão das indenizações.

Esta colocação é feita com base no acidente do vôo 402 da TAM que, em 31/10/1996, caiu no Jabaquara, em São Paulo. O Laudo previsto para 90 dias saiu apenas após UM ano.

Indenizações são aguardadas até hoje, prestes a fazer 10 anos da tragédia.

Vamos ficar de olho.

Presidente, rapper ou mendigo?

Presidente, rapper ou mendigo?

29 setembro 2006

O dinheiro dos petistas apreendido pela PF


O dinheiro dos petistas apreendido pela PF

Foto exibe a pilha de dinheiro dos petistas. Governo não queria que PF revelasse cena.

Candidatos criticam ausência de Lula

Os três candidatos à Presidência da República presentes ao debate desta quinta-feira à noite na TV Globo, Geraldo Alckmin (PSDB), Heloísa Helena (PSOL) e Cristovam Buarque (PDT), fizeram críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre à reeleição e resolveu não comparecer.

CADEIRA VAZIA

Geraldo Alckmin (PSDB), Heloísa Helena (PSOL) olham para o lugar vazio reservado ao presidente Lula, enquanto o pedetista Cristovam Buarque observa. Tudo no início do debate da Rede Globo, na noite de quinta-feira.
VEJA MAIS FOTOS

Cristovam Buarque elegeu realizar uma pergunta a Lula -o regulamento do debate permitia a questão mesmo a candidatos ausentes. "Presidente, se depois que o senhor for eleito as denúncias forem comprovadas, o senhor renuncia ao cargo? As pessoas estão votando no senhor ou no senador José Alencar, seu candidato a vice-presidente?".

Já Alckmin falou em desrespeito ao público. "Gostaria de lamentar a ausência de Lula. É um desrespeito não a mim, não a você, Cristovam, mas ao eleitor que quer escolher, comparar para decidir seu voto no domingo".

Heloísa Helena foi mais incisiva. "Quero repudiar a ausência do candidato Lula. Ele tinha obrigação de descer de seu trono de corrupção, arrogância e covardia política. Tinha de estar aqui, mas não veio porque não tem autoridade moral para me enfrentar. Sabe que sobrevivi à perseguição implavácel dele. Nasci, como ele, numa família simples, de Alagoas. Mas, ao contrário dele, não traí minha classe de origem. Vai ser muito especial enfrentá-lo no segundo turno".

A candidata do PSOL também não poupou críticas ao ex-presidente FHC e reafirmou suas propostas heterodoxas para a política econômica. "Eu tenho a coragem de enfrentar banqueiros e especuladores, que nem o ex-presidente, do seu partido, Alckmin, nem o Lula tiveram de fazer. Sou o tipo de mulher que quando eu digo que eu faço, eu faço", disse. "Precisamos de R$ 87 bilhões para investir em matriz energética, no transporte brasileiro. E, para isso, precisamos de uma mudança na política econômica de subserviência ao capital financeiro, que toma metade do que é produzido aqui. Esses moleques de recados do capital financeiro estabeleceram equações que nenhum economista sério defende, nenhum economista que não vendeu seus neurônios defende", afirmou.

Cristovam Buarque, além de voltar a falar da importância "de uma revolução doce, a revolução pela educação", grande bandeira de sua campanha, fez questão de diferenciar-se do radicalismo econômico de Heloísa Helena. "Precisamos nos antecipar às mudanças na política econômica, achar dinheiro com as contas que temos hoje. Precisamos trabalhar com muito cuidado para não desarticular o que o Brasil conseguiu, a estabilidade monetária. Não adianta termos a precipitação de querer fazer reformas rapidamente e desarticular o que está dando certo", disse o ex-ministro de Educação de Lula.

Já Alckmin criticou a corrupção e a alta carga tributária do governo petista. "A partir de 1º janeiro vou trabalhar contra a corrupção. Nenhum país vai para frente desperdiçando tanto dinheiro. Hoje são 30 mil cargos de comissão, em um aparelhamento do estado que leva a ineficiência e desvio de dinheiro público. Hoje temos uma carga tributária absurda, de 40%, de social-democracia européia, e serviços muito ruins. É corrupção, sobrepreço, desvios, dinheiro jogado fora. Veja o caso dos sanguessugas, é dinheiro que poderíamos usar em saúde, educação e segurança".

Ao seguir falando sobre os ajustes que pretende fazer no governo, Alckmin tropeçou. "Meu projeto é um plano nacional de desenvolvimento. É preciso um grande ajuste para que paremos de jogar dinheiro fora. E são as pessoas simples que pagam mais impostos. No pacote de açúcar, 40% é esgoto... Me desculpem, imposto".

Fonte: Eleições UOL

28 setembro 2006

LULA E A AUSÊNCIA DE FHC EM 1998

"Lula não se conforma com a já anunciada ausência de FHC nos debates previstos para antes do primeiro turno da eleição. 'Nós vamos exigir a presença dele (FHC) na arena para lutar. Ele tem que se despir do mandato e ir em igualdade de condições para discutir', disse."

Folha de São Paulo, 11 de julho de 1998

LULA FOGE DO DEBATE

Após manter o suspense nos últimos dias sobre sua participação no debate da TV Globo na noite desta quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre à reeleição, comunicou a emissora que não comparecerá ao evento, que terá a presença de Geraldo Alckmin (PSDB), Heloísa Helena (PSol) e Cristovam Buarque (PDT).
Em carta à emissora, Lula citou que é "fato público e notório o grau de virulência e desespero de alguns adversários" para desistir de participar do evento. O petista encerra sua campanha em um comício em São Bernardo do Campo, nesta noite.

27 setembro 2006

Desabafo do senador Jefferson Peres no Senado

Este desabafo tem muito a ver com meu sentimento sobre esta eleição, a classe política e o povo brasileiro.
O que ele diz da tribuna do Senado reflete exatamente o meu pensamento: muita indignação.

CLIQUE AQUI E OUÇA

LULA FALANDO DO COLLOR

Ouçam uma entrevista feita com o Lula, pelo jornalista Milton Neves, há tempos atrás, onde o "presidente" fala sobre o "ex-presidente" Collor... impressionante a desfaçatez. O roto falando do esfarrapado.

CLIQUE AQUI E OUÇA

País economiza R$ 13,18 bilhões para pagar juros da dívida

A economia de receitas realizada pelo país para o pagamento de juros da dívida (o chamado superávit primário) foi de R$ 13,182 bilhões em agosto, de acordo com o Banco Central (BC). O valor é 29,4% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado (R$ 10,186 bilhões) e mais do que o dobro do apurado em julho deste ano (R$ 5,615 bilhões).
Esse resultado tem um lado ruim. O governo consegue o superávit aumentando impostos e deixando de gastar, por exemplo, em investimentos em obras e serviços.
Esses dados divulgados agora levam em conta a economia total feita pelo país, o chamado setor público consolidado, que inclui União, Estados, municípios e estatais.
Existem outros números, que foram anunciadas na véspera. É o superávit primário do governo federal (que inclui o Tesouro Nacional, a Previdência Social e o Banco Central). Os números divulgados hoje são mais amplos e incluem esses de ontem.
O superávit primário do setor público consolidado é o quanto de receita a União, os Estados, os municípios e as empresas estatais conseguem economizar, sem considerar os gastos com os juros da dívida.
A economia é feita quando se arrecada mais do que se gasta. É essa sobra que o país usa para pagar os juros da dívida. A meta de superávit é de 4,25% do PIB, o que significa que o país (União, Estados e municípios) deve economizar o equivalente a cerca de US$ 32 bilhões para destiná-los ao pagamento da dívida pública (cada ponto do PIB equivale este ano a cerca de US$ 9,5 bilhões a câmbio atual).
(Com informações do Valor Online)
Será esta a opção correta? A contrapartida é o sacrifício imposto à população nos serviços essenciais, a carga tributária próxima dos 40% do PIB, o desestímulo a produção, o incentivar a informalidade e a especulação.
Vale realmente a pena direcionar tamanha verba para o pagamento dos juros da dívida?
Comente:
jorgetadeu7@uol.com.br

26 setembro 2006

Justiça manda prender Freud e mais cinco envolvidos em dossiê

A Justiça Federal de Mato Grosso determinou nesta terça-feira a prisão preventiva de Freud Godoy, ex-assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e outras cinco pessoas por suposto envolvimento na negociação de um dossiê com informações contra candidatos do PSDB, investigada pela Polícia Federal.
Também tiveram suas prisões decretadas o ex-analista de risco e mídia do comitê à reeleição de Lula Jorge Lorenzetti; o ex-secretário do Ministério do Trabalho e Emprego Oswaldo Bargas; o diretor afastado do Banco do Brasil Expedito Afonso Veloso; o advogado Gedimar Passos e o empresário Valdebram Padilha.
Apesar da determinação judicial, os seis investigados só poderão ser presos na quarta-feira da próxima semana, caso a decisão judicial ainda esteja em vigência.
De acordo com a legislação eleitoral, os eleitores não podem ser presos nos cinco dias que antecedem à realização das eleições, nem nas 48 posteriores ao pleito, segundo informações da assessoria de imprensa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A restrição não vale para pessoas presas em flagrante, o que não é o caso dos seis investigados.
As prisões dos envolvidos foram solicitadas à Justiça pelo procurador Mário Lúcio Avelar no início desta semana, juntamente com pedidos de quebra de sigilos bancário e telefônico dos citados.
Segundo a mesma fonte, o despacho favorável à prisão dos investigados só ocorreu na madrugada desta terça-feira, quando já estava em vigor a restrição imposta pelo calendário eleitoral.

Reuters

PF diz que dólares do dossiê saíram de Miami e entraram legalmente em SP

A Polícia Federal já sabe qual o banco para onde foram remetidos os dólares utilizados por petistas para comprar um dossiê contra políticos do PSDB. O dinheiro saiu de Miami e seguiu legalmente para uma instituição financeira em São Paulo.
O nome do banco não foi revelado pela PF.
A PF apreendeu com Gedimar Passos e Valdebran Padilha US$ 248 mil, além de R$ 1,168 milhão. O dinheiro seria usado para comprar um dossiê que envolveria os tucanos José Serra e Geraldo Alckmin com a máfia dos sanguessugas.
A PF já encaminhou ao ministro corregedor do TSE, César Asfor Rocha, os autos do inquérito do dossiê, a transcrição dos grampos de conversas dos envolvidos e os CDs de conversas do empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin, sócio da Planam e cabeça do esquema dos sanguessugas.

Estadão de hoje - Comentário

“Nunca ninguém antes, neste País, desancou tão impiedosamente os próprios subordinados em público, tantas vezes, em tão poucos dias, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acaba de fazer com os responsáveis pelo dossiê Vedoin. Entre sábado, dia 16, e ontem, ele definiu a manobra de 'abominável', 'momento de loucura', 'barbárie', 'insanidade', e qualificou seus autores de 'bandidos', 'insanos', 'loucos' e, finalmente, 'aloprados'”.

Gabriel Manzano Filho

25 setembro 2006

Lula responsabiliza Berzoini por contratar envolvidos com dossiê

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva responsabilizou nesta segunda-feira o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), pela contratação dos envolvidos na compra de um dossiê contra os tucanos.

Em entrevista às rádios Tupi Rio, Tupi São Paulo e Capital, na manhã desta segunda-feira, Lula chamou os petistas que participaram da operação de "bando de aloprados", mas insistiu que é preciso investigar também o conteúdo do dossiê.

"A vida humana é assim. Você escolhe um companheiro para determinada função... quem escolheu (a equipe) foi o presidente do partido (Berzoini), que era o coordenador da campanha eleitoral", disse Lula. A entrevista não estava agendada previamente. O presidente reiterou que não se sente responsável pela escolha dos seus assessores de campanha. "Não admito que errei na escolha dos meus pares", completou Lula. Ele declarou que, assim como a oposição, também quer saber a origem do dinheiro para a compra do dossiê.

"Eu quero saber não apenas de onde veio o dinheiro. Eu quero saber quem foi que mudou a engenharia política para essa barbárie que foi feita. Eu quero saber quem foi o engenheiro que arquitetou uma loucura dessas", afirmou Lula.

"Eu quero saber quem é o engenheiro que arquitetou uma loucura destas. Porque se um bando de aloprados resolveu comprar um dossiê, é porque alguém vendeu para eles. E este dossiê deve ter coisas do arco da velha. Ou seja, eu não quero apenas saber do dossiê, eu quero saber do conteúdo que levou estas pessoas a cometerem a barbárie. Eu quero saber o conjunto da obra", afirmou o presidente. Segundo ele, o papel da Procuradoria Geral da União, do Ministério Público e da Polícia Federal é de esclarecer todos os fatos à opinião pública. O presidente acrescentou que no seu governo "não existe lixo debaixo do tapete".

Puxa! Quanta inocência! Ele é presidente da República, tem a disposição vários serviços de inteligência ("arapongas") e, como sempre, não sabe de nada.

De onde veio o dinheiro? No caso do Francenildo - caseiro da mansão dos esquemas - obtiveram todos os dados bancários num piscar de olhos. Qual a dificuldade agora?

"Não existe lixo debaixo do tapete". Eu diria que a lama já cobriu o tapete.

CANDIDATOS BIZARROS

A cada eleição, figuras anônimas trocam o anonimato das ruas por seus 15 segundos (normalmente menos) de fama. Este ano, graças ao mais popular dos sites de compartilhamento de vídeo, ilustres personagens da vida eleitoral brasileira extrapolaram os limites das telinhas e ganharam notoriedade na rede mundial de computadores. No Youtube, portal que recebe mais de 20 milhões de visitantes por mês em todo o mundo, é possível encontrar vídeos de alguns desses postulantes à vida pública. Há candidatos para todos os gostos, e todos os votos.

Dono de um discurso também inflamado, Osmar Lins Peroba (PAN), se "popularizou" com o chavão "Peroba neles", usado em sua campanha eleitoral em 2002 contras os políticos "cara-de-pau". Candidato a deputado estadual em São Paulo, tenta repetir a dose contra sanguessugas e mensaleiros. "Eles se aposentaram, renunciaram e estão de volta. Deve ser gostoso 'as teta' do Estado" (acesse aqui).

Dono do discurso mais radical entre os partidos com espaço no horário eleitoral, o PCO atropelou o idioma de Camões e Machado de Assis, no Rio Grande do Sul, ao protestar contra a "impuguinação" (sic) da candidatura de Rui Costa Pimenta à Presidência da República (veja o vídeo).

Pedindo ao eleitor mato-grossense que o mande, com o "seu verdinho", para a "assembréia", o Tenente Lara (PHS) dispara uma sucessão de expressões típicas do interior do país: "Em primeiro de outubro, a onça vai beber água, a jeripoca vai piar. Aqui o couro come, a coruja vai cantar. 31031. Vamos à assembréia renovar. É pauleira, é aroeira, é cuiabano da lixeira" (acesse o vídeo).

O humor também é o mote de Gil Móveis, candidato a deputado estadual pelo PV no Rio Grande do Norte. "Já reformei muito estofado. Agora, depois da minha formação acadêmica, quero reformar a Assembléia do nosso estado, caçando ratos e corruptos. Tchau, ratos", diz, enquanto apresenta um legítimo representante da espécie (veja). O bichinho também é personagem de outro episódio do horário eleitoral de Gil (clique aqui).

Aparecendo de cabeça pra baixo, o candidato a deputado federal pelo PSDC da Bahia Daluz se apressa a esclarecer ao eleitor: "Não, não é a sua TV que está quebrada. Quem está quebrada é a Bahia. A Bahia está de cabeça pra baixo. Você pode mudar isso" (assista).

Do PSDC, aliás, também vem o Coronel Gondim, candidato a governador do Ceará. "Enquanto eles prometem um mar de rosas, um United States of Siará, Coronel Gondim sabe como fazer segurança...", diz ele (veja). Autoproclamando-se o "governador da segurança", Coronel Gondim promete não dar moleza à "bandidagem", à qual dá o prazo de 24 horas para deixar o estado após a sua eleição. "Garantida a segurança, o restante a gente corre atrás", considera. "Em dois meses na política, vi mais bandidagem do que nos meus 33 anos na polícia militar", afirma (confira).

Quem também tenta chegar à capital federal pela via do humor é a candidata Superzefa (PTdoB-RJ), nome "parlamentar" adotado por Regina Célia de Souza Bento. "Pelas criança, 'pelos idoso' e 'pelos animal', Superzefa para federal. Número 7, 'dois ovo' e um pau", diz ela ao se referir ao número de sua candidatura: 7001 (confira aqui).

Outros chamam a atenção pela simplicidade, calculada ou não. Com o chapéu na cabeça e camisa vermelha, José de Castro Viana, mais conhecido como Mazarope da Carroça, pede voto para ser deputado federal: "Se eu não conseguir chegar na sua cidade, anote o meu número no papel. É 1380, 1380" (assista).

Ganhar de presente do eleitor uma cadeira em Brasília é objeto de desejo até do Papai Noel, candidato a deputado federal pelo PST em São Paulo. "Não, não agüento mais, roubaram até o meu trenó.Chega de ladrão, vota no Papai Noel", grita o candidato, entre roupas vermelhas e barba postiça branca (veja).

"Não, não, aposentado não está morto, não", canta, com a voz cavernosa, Emanuel dos Aposentados, candidato a deputado estadual na Bahia, ao se levantar de um caixão para mostrar "a força do aposentado". Ele pode até não ganhar, mas lidera o ranking dos candidatos mais conhecidos do país no quesito das bizarrices eleitorais (clique para ver o vídeo).

SANEAMENTO BÁSICO


















ANGELI - Folha de S.Paulo

COMUNIDADES DE CUNHO POLÍTICO SOMEM DO ORKUT SEM DEIXAR RASTROS

Entre as páginas apagadas na madrugada de sábado estão a "Fora Lula 2006", que tinha 180 mil integrantes, e “Serrra 45", com 11 mil

Bastou uma madrugada e pronto. Pelo menos dez grandes comunidades do Orkut foram apagadas, sem explicação. A maioria tratava de temas políticos e era relacionada à oposição.

A maior de todas as comunidades varridas da rede na madrugada de sábado, a "Fora Lula 2006", tinha 180 mil integrantes. Diferentemente do costume em casos assim, nenhum grupo de "defacers" (hackers que desfiguram páginas) assumiu a autoria da ação.

Uma comunidade do Orkut pode ser apagada de duas maneiras. A primeira depende da ação do próprio moderador. A segunda, da administração do site que, por solicitação dos usuários, barra conteúdo ofensivo.

Os representantes do Google ainda não se pronunciaram sobre o assunto.

Veja abaixo a lista das comunidades apagadas do Orkut

- Jose Serra
- Fora Lula 2006 (quase 180.000 membros)
- Cade o dedinho do Lula
- PSDB nunca mais!
- Heloísa Helena Presidente 50
- Heloísa Helena
- Eu voto na Heloísa Helena
- Mamãe, eu sou reaça
- Anti-PT
- Odeio PT
- PT- PARTIDO DOS TRAIDORES
- Paulo Souto
- Odeio o MST
- Comunista = Nazista
- Lula: Uneducated Marxist Drunk
- Geraldo Alckmin
- PSDB Nunca Mais
- Olavo de Carvalho

TSE pode comprometer 2º mandato de Lula

A investigação judicial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) vai apurar abuso de poder no caso da tentativa de compra do dossiê contra os tucanos Geraldo Alckmin e José Serra prosseguirá após as eleições e, em tese, poderá produzir provas para ações futuras pela cassação do novo mandato, caso Lula seja reeleito neste ano.

Ministros e ex-ministros do TSE ouvidos pela Folha disseram que caberá ao procurador-geral eleitoral, Antonio Fernando de Souza, e aos outros candidatos à Presidência decidir sobre pedir ou não ao tribunal que condene Lula à perda do mandato por abusos na campanha.As ações têm de ser propostas até dezembro, quando o novo presidente será diplomado, ato em que o TSE irá declará-lo habilitado para o mandato.

O surgimento de uma batalha judicial em torno do novo mandato presidencial dependerá de análise técnica da consistência das acusações e de avaliação sobre a conveniência política, já que ela pode gerar desgaste à própria oposição e dificultar a governabilidade.

Estima-se que a tramitação levaria de um ano a um ano e meio e que, em algum momento, passaria pelo STF (Supremo Tribunal Federal). "Seja qual for o fundamento [do pedido de impugnação], isso deve desembocar no Supremo", aponta o advogado especialista em direito eleitoral Roberto Litman. Ele destaca o fato de não haver previsão legal para agilizar o andamento de processos envolvendo a eleição presidencial na Justiça Eleitoral -o que impossibilitaria uma decisão final mais rápida.

Em 1998, a pedido do PT, o TSE abriu investigação judicial contra o então presidente e candidato à reeleição Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para apurar acusação de uso da máquina do governo para influenciar a convenção do PMDB, que rejeitara o lançamento de candidato próprio. O processo foi arquivado por falta de provas.

O episódio do dossiê é considerado grave por causa das evidências de envolvimento de duas pessoas próximas ao presidente Lula: o ex-assessor da Secretaria Particular da Presidência Freud Godoy e o ex-analista de risco e mídia da campanha Jorge Lorenzetti.

O ex-ministro do TSE Torquato Jardim disse que uma eventual ação contra Lula poderá reunir outros fatos, como o repasse ilegal de dinheiro ao governo do Piauí e a prefeituras a menos de três meses das eleições, o que é proibido."Tudo o que for apurado nos próximos meses poderá instruir as ações. Se algumas apurações não estiverem concluídas, as provas também poderão ser buscadas ao longo do curso das ações", afirmou Jardim.

A investigação está em fase inicial e dificilmente acabará neste ano. Ao seu término, o TSE enviará as conclusões ao procurador-geral, que não quis comentar o caso neste momento -como o presidente do TSE, Marco Aurélio de Mello. Já o advogado José Antonio Toffoli, que representa Lula no TSE, disse que "não existe a mínima possibilidade de sucesso" da oposição nessa frente de atuação. Ele disse que, pela jurisprudência do tribunal, só há abuso se ficar comprovado que o candidato se beneficiou dele, o que não teria ocorrido.

O professor de direito constitucional da PUC-SP, Pedro Estevam Serrano, concorda. Para ele, seriam necessários três requisitos para ameaçar um eventual segundo mandato de Lula. "Supondo que o dinheiro [R$ 1,7 milhão apreendido com petistas pela PF] tenha origem ilícita, em primeiro lugar, teria que ficar claro que veio da campanha presidencial. Em segundo lugar, provar que ele [Lula] sabia e participou do processo, depois que isso pesou de fato no resultado da eleição. "Toffoli argumentou ainda que o dossiê não tem ligação com a eleição presidencial, porque os comentários existentes é que ele atingiria o candidato do PSDB ao governo de SP, José Serra, não o presidenciável, Geraldo Alckmin.

O corregedor-geral eleitoral, ministro do TSE Cesar Asfor Rocha, que conduz a investigação, aguarda a defesa prévia de Lula e dos outros acusados e espera que a Polícia Federal mande cópia do inquérito sobre o dossiê e a perícia no dinheiro apreendido, para identificar sua origem.

Folha de S. Paulo

Vídeo que vale a pena ser visto

O PFL produziu um vídeo, que foi censurado pela Justiça eleitoral, que revela todo o esquema de operação do governo Lula.Quem quiser vê-lo, basta clicar no link:

http://www.pfl.org.br/tv_popup.asp