25 agosto 2007
23 agosto 2007
19 agosto 2007
'Cansei' frustra parentes de vítimas do Airbus
Alguns parentes de vítimas do acidente com o Airbus 320 da TAM afirmaram que se sentiram usados pelo movimento "Cansei", que realizou ato no início da tarde desta sexta-feira na Praça da Sé, no centro de São Paulo. "Fomos usados. Estávamos aqui para prestar uma homenagem às vítimas e nem isso conseguimos fazer", disse Ana Maria Queiroz, mãe de Arthur Queiroz, morto no acidente.
Durante a manifestação, alguns parentes foram impedidos por seguranças de subirem no palco de cerca de 80 m² montado em frente à Catedral da Sé. O espaço era ocupado por famosos como a apresentadora Hebe Camargo, o cantor Agnaldo Rayol, o ator Paulo Vilhena, o ex-nadador Fernando Scherer e as cantoras Wanderléia e Ivete Sangalo.
Arthur Gomes, irmão de uma das vítimas, também criticou o movimento. "Nós somos as pessoas que éramos para estar aqui. A Ivete Sangalo perdeu alguém? A Hebe Camargo perdeu alguém? Não perderam. Tem um monte de segurança aqui não sei para que", desabafou.
Luiz Flávio Borges D'Urso, presidente da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e participante do "Cansei", afirmou que "infelizmente não dava para subir todo mundo e acabamos tendo alguns problemas".
Arthur Gomes, irmão de uma das vítimas, também criticou o movimento. "Nós somos as pessoas que éramos para estar aqui. A Ivete Sangalo perdeu alguém? A Hebe Camargo perdeu alguém? Não perderam. Tem um monte de segurança aqui não sei para que", desabafou.
Luiz Flávio Borges D'Urso, presidente da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e participante do "Cansei", afirmou que "infelizmente não dava para subir todo mundo e acabamos tendo alguns problemas".
Redação Terra
21 julho 2007
Que governinho...
O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, assistiu no Palácio do Planalto à reportagem do "Jornal Nacional" que levantou a possibilidade de problemas mecânicos no avião da TAM que se acidentou em São Paulo.
Ao final da reportagem, Marco Aurélio, que estava acompanhado do assessor de imprensa Bruno Gaspar, reagiu ao conteúdo da reportagem com o gesto de bater uma mão fechada sobre a outra aberta. Veja no vídeo AQUI
25 abril 2007
06 abril 2007
A TAM e o Coelhinho da Páscoa
Caro Sr. Marco Antonio Bologna
Jorge Tadeu
Apesar dos passados 10 anos e meio sem ter recebido a indenização pela queda do Fokker 100 (PT-MRK), que fazia parte da frota da empresa que preside, quero agradece-lo pelo ultra mini ovinho de Páscoa que seus funcionários me deram no saguão do Aeroporto de Congonhas ontem. Quem diria, a TAM me deu algo...
Eu sabia que só mesmo através de coelhinho da Páscoa, Papai Noel...
AbraçosJorge Tadeu
27 março 2007
APOIE A CPI DO APAGÃO AÉREO
Vamos pressionar o Congresso para que vote a favor da abertura da
CPI do Apagão Aéreo.
A coleta de assinaturas a favor da CPI acontecerá de
05 a 08 de Abril
em vários Aeroportos do Brasil.
Compareça, faça sua parte!
CPI do Apagão Aéreo.
A coleta de assinaturas a favor da CPI acontecerá de
05 a 08 de Abril
em vários Aeroportos do Brasil.
Compareça, faça sua parte!
Uma campanha da ABRAPAVAA – Associação Brasileira dos Parentes e Amigos das Vítimas de Acidentes Aéreos.
Apoio: Jorge Tadeu
10 março 2007
A VISITA DE BUSH AO BRASIL
Vou tocar num ponto que me chamou atenção na visita do presidente dos EUA ao Brasil. Ao invés de a reunião com Lula ter sido marcada em Brasília, ambos deslocaram-se para São Paulo.
Ora, a Capital Federal é a cidade apropriada para receber chefes de estado, lá está o Palácio do Planalto, estão os Ministérios, os outros dois poderes e a cidade já tem em seus órgãos de segurança a logística e o treinamento para a operação de acompanhamento e segurança dos visitantes.
Os transtornos causados para a cidade de São Paulo foram absurdos. Toda a rotina da capital foi alterada por conta de uma estadia de 24 horas. O custo disso não será divulgado com certeza.
Leia algumas matérias sobre o assunto:
Visita de Bush ao Brasil restringe espaço aéreo
Passagem de Bush por SP muda rotina da cidade
Motoristas enfrentam lentidão na marginal Tietê em São Paulo
Visita de Bush deve agravar trânsito; passeata ocorre na Paulista
Prefeitura de São Paulo maquia ruas e avenidas da cidade para Bush passar
Ora, a Capital Federal é a cidade apropriada para receber chefes de estado, lá está o Palácio do Planalto, estão os Ministérios, os outros dois poderes e a cidade já tem em seus órgãos de segurança a logística e o treinamento para a operação de acompanhamento e segurança dos visitantes.
Os transtornos causados para a cidade de São Paulo foram absurdos. Toda a rotina da capital foi alterada por conta de uma estadia de 24 horas. O custo disso não será divulgado com certeza.
Leia algumas matérias sobre o assunto:
Visita de Bush ao Brasil restringe espaço aéreo
Passagem de Bush por SP muda rotina da cidade
Motoristas enfrentam lentidão na marginal Tietê em São Paulo
Visita de Bush deve agravar trânsito; passeata ocorre na Paulista
Prefeitura de São Paulo maquia ruas e avenidas da cidade para Bush passar
O CASO JOÃO HÉLIO E A MÍDIA
O brutal assassinato do menino João Hélio Fernandes Vieites mostrou mais uma vez a maneira ambígua como a mídia trata as vítimas e algozes nestes casos. Sempre sensacionalista, superficial e tendenciosa (cada uma quer impor seu ponto de vista: penas mais duras, revisão da maioridade penal, culpar a sociedade, etc.), a mídia corre desesperadamente em busca de atrair simpatia para "soluções mirabolantes" sem levar a fundo esse debate. A cada novo caso, cria-se nova comoção e logo em seguida a tragédia some do noticiário.
Interessante lembrar que casos como o da morte do menino Renan Ribeiro não teve tratamento semelhante. Renan, que tinha 3 anos e morava na Favela da Maré, levou um tiro de fuzil na barriga no dia 1º de outubro do ano passado. Para quem não sabe o estrago causado por um tiro de fuzil no corpo humano é de 50 vezes o diâmetro do projétil. No dia seguinte, a mídia aceitou a versão policial e jogou a conta nessa entidade chamada "bala perdida", embora houvesse pelo menos uma centena de testemunhas garantindo que o tiro viera de um policial [veja aqui matéria sobre o caso]. Nenhum jornalista visitou o quarto de Renan ou procurou ouvir seus parentes e amigos; ninguém descreveu seu dia-a-dia ou detalhou se gostava de brincar de bola ou de carrinho, como fizeram com João Hélio.
Outra comparação pode ser feita a partir do caso Pimenta Neves. O jornalista, ex-diretor de Redação do Estado de S.Paulo, foi preso por matar a namorada pelas costas. É réu confesso. E nem por isso ele foi agredido fisicamente pelos profissionais da mídia grande que atacaram, no dia 13 de fevereiro, os acusados de terem matado João Hélio.
Impõem-se soluções viáveis para prazo curtíssimo. De discursos vazios estamos cansados. A sociedade vem a muito anestesiada pela sucessão de crimes e falcatruas que acontecem neste país. Apenas desperta quando a mídia a bombardeia com dias seguidos de exposição de um caso. A população brasileira não tem poder de mobilização, é notório. Daí a tranqüilidade do presidente em culpar administrações passadas pelo caos do país, esquecendo-se que o primeiro mandato dele já faz parte desse passado.
Que se abram discussões com seriedade, que permaneçam em evidência até que soluções satisfatórias sejam encontradas e colocadas em prática. Que haja a mesma agilidade que há na discussão de aumentos salariais para os parlamentares e na expedição de habeas-corpus para réus confessos. Enfim, como nos é exigido em qualquer trabalho, queremos resultados.
Fontes de apoio: Jornal de Debates - Marcelo Salles e Henrique Abel
Interessante lembrar que casos como o da morte do menino Renan Ribeiro não teve tratamento semelhante. Renan, que tinha 3 anos e morava na Favela da Maré, levou um tiro de fuzil na barriga no dia 1º de outubro do ano passado. Para quem não sabe o estrago causado por um tiro de fuzil no corpo humano é de 50 vezes o diâmetro do projétil. No dia seguinte, a mídia aceitou a versão policial e jogou a conta nessa entidade chamada "bala perdida", embora houvesse pelo menos uma centena de testemunhas garantindo que o tiro viera de um policial [veja aqui matéria sobre o caso]. Nenhum jornalista visitou o quarto de Renan ou procurou ouvir seus parentes e amigos; ninguém descreveu seu dia-a-dia ou detalhou se gostava de brincar de bola ou de carrinho, como fizeram com João Hélio.
Outra comparação pode ser feita a partir do caso Pimenta Neves. O jornalista, ex-diretor de Redação do Estado de S.Paulo, foi preso por matar a namorada pelas costas. É réu confesso. E nem por isso ele foi agredido fisicamente pelos profissionais da mídia grande que atacaram, no dia 13 de fevereiro, os acusados de terem matado João Hélio.
Impõem-se soluções viáveis para prazo curtíssimo. De discursos vazios estamos cansados. A sociedade vem a muito anestesiada pela sucessão de crimes e falcatruas que acontecem neste país. Apenas desperta quando a mídia a bombardeia com dias seguidos de exposição de um caso. A população brasileira não tem poder de mobilização, é notório. Daí a tranqüilidade do presidente em culpar administrações passadas pelo caos do país, esquecendo-se que o primeiro mandato dele já faz parte desse passado.
Que se abram discussões com seriedade, que permaneçam em evidência até que soluções satisfatórias sejam encontradas e colocadas em prática. Que haja a mesma agilidade que há na discussão de aumentos salariais para os parlamentares e na expedição de habeas-corpus para réus confessos. Enfim, como nos é exigido em qualquer trabalho, queremos resultados.
Fontes de apoio: Jornal de Debates - Marcelo Salles e Henrique Abel
09 fevereiro 2007
A VIOLÊNCIA SEM FIM NO RIO DE JANEIRO E O TRÁFICO DE DROGAS
O Rio é hoje uma cidade medieval. Como nas urbes européias do século XIII, vende-se de tudo em suas vias: alimentos, animais, ungüentos e poções milagrosas. Há videntes, ciganos e curandeiros. Artesãos e um sem-número de faz-tudo à disposição. A população alivia-se em qualquer lugar e vias e calçamento precário fedem a urina e fezes. Há carcaças sendo comidas por abutres e o esgoto, em muitos bairros, corre em valas abertas, onde brincam crianças. Arruaceiros brigam pelas ruas ao mesmo tempo em que prostitutas oferecem seus corpos em locais onde passam famílias. Nas estradas salteadores impiedosos roubam o povo, matando os que se lhes opõem; veículos de passageiros e de cargas são saqueados e queimados. Palácios são fortificados e cercados de exércitos particulares. O quadro se completa com a atuação do Estado: olha, ignora e cumpre seu papel primordial de cobrador de impostos, sem qualquer obrigação de contrapartida. Teremos andado 700 anos para trás? [Luís Soledade Santos, “Rio medieval”, em O Globo, 02/06/2003, pg. 6].
Foi uma cruel coincidência o Rio ter mergulhado no caos de violência e decadência que acaba de ser ilustrado? Aparentemente, sim. Mas, examinadas as coisas mais de perto, não. Houve uma deliberação clara do crime organizado, no sentido de incluir o Brasil no organograma de produção/consumo/exportação de tóxicos. Não esqueçamos que o narcotráfico constitui a maior multinacional do planeta, que rivaliza com as companhias petroleiras. Os narcotraficantes ostentam lucros de aproximadamente 500 bilhões de dólares por ano.
BRASIL: PARAÍSO PARA O TRÁFICO
1) o Brasil possui imensas e livres fronteiras;
2) a pobreza no interior das áreas da Amazônia e do Centro-Oeste é permanente;
3) a população, sempre crescente, reúne uma classe média de muitos milhões de pessoas, clientes potenciais da droga, então tida como chique;
4) as legislações que tratam de imigração, estabelecimento de estrangeiros e assemelhados são quase um convite;
5) fronteiras com o mar de mais de oito mil quilômetros;
6) miscigenação total; encontra-se brasileiro com nome de árabe, chinês, japonês, turco, boliviano, etc.;
7) consumismo e lazer marcam o comportamento de ricos e pobres, facilitando festas e estas drogas...”.
Foi uma cruel coincidência o Rio ter mergulhado no caos de violência e decadência que acaba de ser ilustrado? Aparentemente, sim. Mas, examinadas as coisas mais de perto, não. Houve uma deliberação clara do crime organizado, no sentido de incluir o Brasil no organograma de produção/consumo/exportação de tóxicos. Não esqueçamos que o narcotráfico constitui a maior multinacional do planeta, que rivaliza com as companhias petroleiras. Os narcotraficantes ostentam lucros de aproximadamente 500 bilhões de dólares por ano.
BRASIL: PARAÍSO PARA O TRÁFICO
1) o Brasil possui imensas e livres fronteiras;
2) a pobreza no interior das áreas da Amazônia e do Centro-Oeste é permanente;
3) a população, sempre crescente, reúne uma classe média de muitos milhões de pessoas, clientes potenciais da droga, então tida como chique;
4) as legislações que tratam de imigração, estabelecimento de estrangeiros e assemelhados são quase um convite;
5) fronteiras com o mar de mais de oito mil quilômetros;
6) miscigenação total; encontra-se brasileiro com nome de árabe, chinês, japonês, turco, boliviano, etc.;
7) consumismo e lazer marcam o comportamento de ricos e pobres, facilitando festas e estas drogas...”.
16 janeiro 2007
02 janeiro 2007
01 janeiro 2007
VÍDEO COMPLETO DA MORTE DE SADDAM
Ruim ver estas cenas, mas como há demanda por este vídeo, aí vai.
São imagens capturadas por celular.
CLIQUE AQUI PARA VER (espere carregar o vídeo)
São imagens capturadas por celular.
CLIQUE AQUI PARA VER (espere carregar o vídeo)
31 dezembro 2006
UM 2007 MELHOR
É o que honestamente desejo para todos nós. Se os governantes, congressistas e magistrados não atrapalharem, já estaremos mais próximos de um ano novo melhor.
Pelo que se vê no Brasil atual, quanto menos eles interferem, melhor para nós.
Aos amigos e amigas leitores deste Blog, desejo muita saúde, paz e sucesso.
Grande abraço
Jorge Tadeu
Pelo que se vê no Brasil atual, quanto menos eles interferem, melhor para nós.
Aos amigos e amigas leitores deste Blog, desejo muita saúde, paz e sucesso.
Grande abraço
Jorge Tadeu
RIO 40 GRAUS
Hoje termina a era Garotinho e Rosinha no (des) governo do Estado do Rio. Num Estado onde em várias áreas quem governa - de fato - é o crime organizado, a violência destes últimos dias foi apenas mais um episódio dessa triste realidade.
Narcotraficantes x Milicias. Isso parece coisa de noticiário internacional. Mas se faz presente aqui, no nosso quintal.
São Paulo não ficou atrás. O PCC fez o que quis quando quis.
Alguém se lembra da Secretaria Nacional de Segurança Pública?
Narcotraficantes x Milicias. Isso parece coisa de noticiário internacional. Mas se faz presente aqui, no nosso quintal.
São Paulo não ficou atrás. O PCC fez o que quis quando quis.
Alguém se lembra da Secretaria Nacional de Segurança Pública?
Assista às últimas imagens de Saddam Hussein exibidas pela televisão estatal iraquiana
TV mostrou últimos momentos
As imagens dos últimos momentos de Saddam foram mostradas na televisão iraquiana.
O vídeo mostra Saddam sendo levado à forca, mas não mostra o momento de sua morte.
CLIQUE AQUI PARA VER O VÍDEO
As imagens dos últimos momentos de Saddam foram mostradas na televisão iraquiana.
O vídeo mostra Saddam sendo levado à forca, mas não mostra o momento de sua morte.
CLIQUE AQUI PARA VER O VÍDEO
30 dezembro 2006
DE VOLTA A ERA MEDIEVAL

UM ATO DE VINGANÇA PESSOAL DA FAMÍLIA BUSH
O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein, 69, foi enforcado no início deste sábado em Bagdá. Ele havia sido condenado à morte pelo assassinato de 148 xiitas em 1982.
A desproporcionalidade da pena mostra que a aplicação da lei de "crimes de guerra" é aplicada de maneira parcial. Nenhum ditador sul-americano foi punido de tal forma, assim como outros espalhados pelo mundo.
Mas a motivação é óbvia: satisfação pessoal de Bush pai e Bush filho. Estes, que ordenaram invasões que resultaram na morte de milhares de inocentes (vide Afeganistão e Iraque), é que deveriam estar sentados nos tribunais. Pergunto: algum primeiro-ministro israelense foi condenado pelo massacre diário de palestinos e libaneses? Não. Assim como os ditadores sul-americanos, eles sempre contaram com o apoio dos governos norte-americanos.
É uma vergonha para a história da humanidade. Voltamos ao período das trevas.
Este ato apenas ampliará os conflitos na região mais tensa do planeta.
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